Debate: RP x Publicidade: Mídias sociais, de quem é esse osso?

Quem deve gerenciar as ações em redes sociais de uma empresa? A assessoria de imprensa que cuida da publicação de conteúdo da marca para o mercado ou a agência de publicidade que cuida do branding e promoções da companhia?

Assista ao debate completo no final deste post, cortesia do Omedicast.

Veja os highlights do Twitter:

fabioalbukerk: #Cpbr4 Redes sociais é sobre pessoas, é sobre relacionamento, é sobre marketing, é sobre estratégia!

tcordeiro: #Cpbr4 Roberta:”acho q imprensa não vai acabar.Mas não podemos confundir público do jornalismo com público que consome pelas redes sociais”.

fabioalbukerk: #cpbr4 Redes sociais promoveram empoderamento dos consumidores, aproximaram RP do Marketing e impuseram necessidade de diálogo entre ambos.

rafaeldesouza: “as pessoas já falavam mal da sua empresa asredes sociais só te ajudaram a saber disso” social media #cpbr4

midia8: Qualquer idiota pode fazer qualquer coisa para que sua marca seja falada nas redes sociais, porém nem sempre de um modo positivo #cpbr4

tcordeiro: #Cpbr4 @tuliomalaspina pergunta sobre a terceirização das redes sociais e como isso afeta a credibilidade do canal. Curti.

w3haus: Segundo Nino Carvalho da InPress, publicitários não estão preparados pra assumir o comando da estratégia de empresas em redes sociais #cpbr4

skrol: alguem fala pra essa mulher da espalhe q estudos e modelos de ROI e mensuração aplicados as redes sociais já existem #cpbr4

tcordeiro: #Cpbr4 Renato: “maior problema é explicar o ROI emredes sociais”.

FabioAlbukerk: Eu quero saber que é o cara NO MUNDO q sabe gerenciar redes sociais. Pq ele cara merece um NOBEL. #Cpbr4

juliadantas: o maior “osso” é a necessidade de aplicar o conceito de ROI às redes sociais. Elas devem ser medidas de outra forma#cpbr4

fabioalbukerk: Para mim, não interessa se o pato é macho… quero saber se sabe botar ovo! Ou seja, se sabe gerenciar redes sociais.#cpbr4

frrrnanda: acabei de ouvir no debate de PP e RP na #cpbr4 : é um equivoco ter tronco comum na faculdade de comunicação social…

frrrnanda: …e que não há professores capacitados para falar sobre mídias sociais, tanto pra publicidade qto pra jornalismo e RP #cpbr4concordo.

fabioalbukerk: Epowerment de consumidores no ciberespaço também empoderaram RP no contexto da gestão das conversações entre consumidores #Cpbr4

luanab_rp: esse pedaço é nosso RP #cpbr4

tais_so: Não tem nenhum #RP nesse palco? Só vejo a galera dizer que é jornalista! #cpbr4

forsoli: Não existe distancia entre RP e PP nas mídias sociais. Conversação e divulgação inteligente da marca tem q funcionar em harmonia #cpbr4

agenciaweb: Impressionante como a Internet e as mídias sociais causaram confusão nos papéis das áreas de RP, Marketing e Assessoria de Imprensa #cpbr4

marciaceschini: e por que não agência de RP e propaganda?#cpbr4

fabioalbukerk: É isso aí @ninocarvalho Educar o cliente para uma cultura de serviço. Não adianta fazer PP ou RP sem gerenciar marketing de serviço #Cpbr4

fabioalbukerk: RP x PP fazem trabalhos diferentes dentro e fora das mídias sociais. Trabalho se complementa a partir da estratégia#cpbr4

fabioalbukerk: Quem deve gerenciar as midias sociais? RP ou PP? Minha resposta: Marketing, utilizandoRP e PP estrategicamente integradas #Cpbr4

juliadantas: “Não tem uma dicotomia tão grande com publicidade.RP pode, no fim, resultar em venda” - Patrícia #cpbr4

belle_rp: Assessoria de imprensa é somente um dos nichos de RP. A profissão é muito mais que somente essa área. by @ninocarvalho #cpbr4

belle_rp: PP e RP jamais seriam “versus”, são complementos by @ninocarvalho #cpbr4

tcordeiro: #Cpbr4 “é como ovo e a galinha. Quem vem primeiro? Depende do objetivo que vc quer, quando falamos de mkt ouRP.Faltta um pouco de branding”

roneyb: #cpbr4 acho que as empresas ainda fazem publicidadeonline e não marketing

andluizs: Mas e branding, não é publicidade? #cpbr4

Oficina: Design para canais sociais

Cris @mjcoffeeholick Rocha, designer da Blog Content, ensina a customizar Tumblr, Twitter, Youtube e outros perfis de redes sociais para reforçar sua marca nas redes sociais com dicas simples mas valiosas.

Assista à oficina completa no final deste post, cortesia do Omedicast.

Por que é importante fazer uma modificação no layout de um canal de mídia social? Simples, para padronizar seus canais e firmar sua marca.

Depois de definida a identidade visual (logo, cores etc.), você precisa:

- Entender as possibilidades de cada canal: alguns aceitam background e cores customizadas (como twitter), outras só avatar (como flickr).

- Usar a criatividade, dentro das limitações de cada serviço.

- Regras importantes: repetição, continuidade, consistência. Não enfeite seu Twitter de roxo e azul e seu Tumblr de verde e laranja.

- Nas redes sociais, o lado esquerdo é o “canto de ouro” da página. Foque todo o conteúdo do layout ali.

Referências: mashable.com/2010/10/06/new-twitter-background-customize/

mashable.com/2009/08/02/customize-youtube-channel/

Debate: Videologs e livestreamings

A produção independente de vídeos tomou conta da internet. Além de expor os usuários como nunca se imaginou antes, os vídeos revelam o que tem acontecido de divertido e interessante nas redes sociais.

Assista ao debate completo no final deste post, cortesia do Omedicast.

Veja os highlights do Twitter:

bigbang_online: Videolog - fale o que faz sentido para você, o que gostaria de falar para várias pessoas #cpbr4

textualcomunica: No meio digital, você não só pode como deve ser você mesmo. Não precisa criar personagem, perder sua invidualidade. #videolog #cpbr4

juliadantas: .@castrezana profissionalismo é para os fracos, mas tenha um conhecimento técnico mínimo #cpbr4

S2Publicom: #cpbr4 Sobre gravação de vídeos: @vagazoides prefere não usar webcam p/seus vídeos. @castrezana usa uma @CanonBR. #inline

S2Publicom: #cpbr4 @castrezana disse: O segredo da edição é não ter dó. @crisdias completa: o público não sabe o que vc não colocou no vídeo. #inline

aklerbach: “Fale o que as pessoas querem ouvir” como fazer sucesso nna internet por @castrezana #cpbr4

cordsantos: Melhor momento da palestra sobre os videologs até agora, “todo homem tem seu preço” do @Castrezana #cpbr4

polle_: mensagem filosófica do @pecesiqueira : se você quer ter 1 milhão de acesso. vc não vai ter…. #cpbr4

S2Publicom: #cpbr4 @pecesiqueira Questão q difere net de TV: anunciante investe em vc. Ele está associando a imagem dele ao seu produto, não o contrário

S2Publicom: #cpbr4 @pecesiqueira Na TV vc seria 1 personagem dirigido e ng estaria interessado em quem vc realmente é. Seu canal é mto + valioso #inline

S2Publicom: #cpbr4 @pecesiqueira Vantagem de estar no digital é poder mostrar sua individualidade #inline

antino: “Pra mim, fama é um mal necessário. Eu quero é paz de espírito e fazer coisas que me divirtam!”, @pecesiqueira #cpbr4

juliadantas: #fikdik do @crisdias - ñ bloqueia, mas ignora os comentários do youtube, cria uma comunidade + pessoal p/ se relacionar c/ as pessoas #cpbr4

Debate: Confiabilidade da informação nas redes sociais

Demi Getschko, Alexandre Matias, André Forastieri, Ana Brambilla e Gil Giardelli debatem: Como separar o joio do trigo nas redes sociais? Quando qualquer um pode publicar conteúdo como saber se esse conteúdo é crível? Como as relações sociais afetam a credibilidade da informação?

Leia aqui um pouco do que rolou no debate. Assista ao debate completo no final deste post, cortesia do Omedicast.

Ana - Apesar do caráter informal das mídias sociais, é necessário ter um cuidado com as informações veiculadas, controle editorial mesmo.

André - Mídia não é jornalismo, tem que haver uma diferenciação. Jornalismo tem a questão da verificação, há um purismo pela veracidade das informações. Mídia é qualquer coisa, uma camiseta pode ser mídia. Os desafios que a gente enfrenta nas redes sociais digitais são as mesmas das não-digitais. Quem já foi em reunião de condomínio sabe disso. E a confiabilidade das informações no digital é tão importante quanto no real.

Alexandre - Não existe separação entre online e offline, acho que tudo é parte de uma manifestação pessoal. E muito mais importante que o veículo é você levar sua própria credibilidade para o leitor, independente do meio.

Demi - As mídias não mudaram as relações das pessoas, as mesmas flamewars que se vê hoje já tinha na Brasnet. Há uma compressão de mundo com a internet, o mundo fica pequeno e sempre haverá a preocupação com a veracidade das informações veiculadas. A informação está banalizada.

Pergunta: Como é possível acontecer um caso como o do Bobagento no BBB, que começou como boato e foi parar na mídia?

Ana - É legal quando o jornalista que trabalha com mídias sociais é usuário, mas ele tem que ser usuário E jornalista, e saber que rola muita bobagem nessas redes. A fonte das informações mudou, mas a checagem tem que ser a mesma.

André - O jornalista tem que tirar a cara do computador e passar a mão no telefone pra checar esses fatos. Não importa que perca o furo da matéria, publica dois, três dias depois mas apura!

Alexandre - O mesmo acontecia antigamente, a gente recebia várias vezes a notícia de que alguma pessoa tinha morrido e não era verdade, tinha que verificar de qualquer forma.

Ana - Sim, é possível fazer jornalismo só pelas redes sociais, o problema é verificar de onde essa informação tá saindo. Quem falou? É só trending topic? O perfil é oficial? Como identificar um perfil oficial? Não adianta só analisar a timeline para saber ao certo, é necessário confirmar.

Gil pergunta: Wikileaks é jornalismo?

Ana - Eu acho que isso é uma questão da academia, de definir tudo. Então o que é jornalismo? Wikileaks é jornalismo? Youtube é jornalismo? Eu acho que o público não está muito preocupado com essa definição. Não acho que Wikileaks seja jornalismo, mas é uma base de dados, assim como o Twitter, é um ponto de partida. São ambientes que vão te oferecer uma série de informações

Alexandre - Eu acho que é um veículo, sim, não sei se é bom jornalismo ou mau jornalismo, mas é um veículo, sim.

Pergunta: Mas por que as pessoas confiam nas informações que surgem nessa rede?

André - É muito simples: as pessoas confiam porque um monte de outras pessoas em que elas confiam acreditam nesses fatos.

Gil - Mídias sociais é uma ciência exata. Existe o número de Dumbar, que diz que qualquer aplicativo, se atingir um mínimo X de usuários, terá um bom crescimento.

Demi - Foi o que aconteceu com o Gmail, eu não vi nenhuma propaganda anunciando a ferramenta, mas com o sistema de convidar amigos para usar o e-mail, você passava confiança para o sistema e assim ele cresceu.

Ana - Eu acho que o fator da marca ainda é importante. Eu não vou procurar uma banda Indie nova porque um Zé Mané qualquer disse que é boa, mas se foi o Matias, ele entende disso, eu vou acreditar. A “marca” Matias tem credibilidade.

André - Mas eu não vou confiar só porque o Matias disse que é bom. Se ele indica uma banda, eu vou lá olhar e julgar por mim mesmo. Mas, sim, se for uma indicação de um qualquer, eu provavelmente não vou olhar.

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