Como as redes sociais estão afetando a literatura nacional? Pessoas leem livros com base em indicações de sites, autores divulgam seus trabalhos de forma independente, editoras encontram novos talentos.
Assista ao debate completo no final deste post, cortesia do Omedicast.
Veja alguns highlights do Twitter:
acarvalho: Muito boa a palestra sobre literatura e redes sociais rolando agora na Campus Party. Bacana ver que ainda defendem o livro de papel. #cpbr4
cybelemeyer: Debate Literatura e Redes Sociais - pirataria de livro é ruim? Melhor disponibilizar em pdf na web e quem gostar opta por cpr o livro #cpbr4
cialetras: .@jpcuenca defende que, mesmo em casos de auto-publicação, a figura do editor continua sendo fundamental. #cpbr4
Hiran7: Td escritor precisa de um editor! as editoras podem acabar, mas os editores não. #cpbr4
ronizealine: @jpcuenca na #cpbr4: é preciso que você submeta seu livro a um editor. É preciso ter uma interlocução, separar o joio do trigo.
cialetras: Eduardo Spohr fala que seu livro foi pirateado, mas que o texto estava com várias falhas. “É o mesmo risco de DVD pirata.” #cpbr4
LivCultura: ‘O Ebook vem para abrir caminhos, nao para matar os livros’, J P Cuenca #cpbr4
cialetras: Eduardo Spohr levanta a questão de que muita gente não vê livro como forma de entretenimento, e que isso também atrapalha sua difusão #cpbr4
Hiran7: “Brasileiro lê muito. o q ele não lê são os livros dos intelectuais, que escrevem para poucos e por isso criaram este mito” #CPBr4 #Genio
andreiaps: Concordo, faltam experiências sensoriais no e-book. Acho um saco ler pdf, tô com uma pasta cheia de livros e NÃO CONSIGO ler. #cpbr4
agenciaideal: O e-book não vai matar o livro, mas ampliar o mercado de livros: são complementares. O livro tem o suporte ideal para leitura! #cpbr4






