A grande massa de dados gerados pelas ferramentas de redes sociais e sites públicos é capaz de revelar fatos interessantes sobre a nossa sociedade. Painel: Martha Gabriel, Pedro Valente, Daniel Filho, Daniela Silva e Marcelo Coutinho.
Assista ao debate completo no final deste post, cortesia do Omedicast.
Veja os highlights do Twitter:
edissa: @mcoutinho na #cpbr4 - em 1831 jornal inglês já tinha como slogan - Conhecimento é poder … só informação não é poder
midiaboom: “As empresas brasileiras são as que mais pesquisam o perfil do candidato nas mídias sociais, antes do recrutamento. @mcoutinho #cpbr4
mcoutinho: Para esquentar o debate, documento do colegio de guerra dos EUA sobre uso d novas midias em conflitos
mcoutinho: Campus Party interacoes digitais geram inventarios d comportamento p antecipar tendencias e gerar lucros. Quem pode/deve s apropriar disso?
marthagabriel: Foi um prazer participar do debate de hackeamento de dados na Campus Party Brazil! Muito boa discussão com moderação do @mcoutinho! #cpbr4
S2Publicom: Opiniões sobre disponibilidade de dados públicos: acesso, APIs, abertura, brechas legais - Jornalismo Hacker foi tema de debate da #cpbr4
linolica: E também “não existe almoço grátis”. Também sobre o preço que pagamos em fornecer nossos dados nas mídias sociais - #cpbr4
elis_amancio: “Mais de 10% da população estão no Facebook e tds os dados lá estão abertos”, by Martha Gabriel #cpbr4 (O pessoal não lê e não configura)
nandomendes: “Se o governo infringe leis para omitir dados, isso me dá o direito de infringir a lei para obter dados públicos?” #cpbr4 #debate
wgabriel1: TCM-Ceará citado no #cpbr4 como modelo de abertura de dados: criou API e convoca colaboradores. Eis o projeto: http://api.tcm.ce.gov.br/
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