Como participar da Blog Content: 3 oportunidades para ganhar dinheiro escrevendo na internet
No início da Blog Content focamos em nossa própria rede de blogs e recebemos muitos projetos bacanas, vários deles hoje são blogs que estão crescendo diariamente e você pode conhecer em http://www.blogcontent.com.br
Além de desenvolver novos blogs começaremos a cadastrar blogueiros para 2 novas oportunidades:
Hospedar seu blog com a gente: Você ganha hospedagem, um layout novo, suporte técnico, orientação para aprimorar seu projeto editorial, um mídia kit e auxílio na venda de publicidade. Em troca nós ficamos com parte dos lucros de publicidade, sendo 60% para quem vender o anúncio e 40% para a outra parte.
Trabalhar como freelancer: Também desenvolvemos blogs corporativos (conheça nossa oferta de blogs corporativos aqui) e nesse caso precisamos de freelancers para produção de contéudo. Pagamos por cada texto entregue.
Ainda estamos recebendo projetos para blogs novos, mas não é mais nosso principal foco de interesse.
Você pode enviar diversos projetos de blogs, diversos blogs para parceria ou diversas propostas como freelancer. Basta preencher o formulário várias vezes.
Temos algumas preferências por temas, mas dependendo da qualidade do seu projeto, currículo ou texto podemos mudar facilmente de opinião :)
Lambda lambda lambda nerds! Para encerrar a programação do palco de Mídias Sociais da Campus Party 2011, Jovem Nerd e Azaghal trouxeram Afonso Tresdê para um papo muito maluco com a platéia.
Assista aqui o Nerdcast completo, cortesia do Omedicast.
Debate: YouPix - Mancadas digitais, como evitá-las?
Mandamentos do Twitter, Facebook, Foursquare e outras redes sociais. Vamos discutir de forma colaborativa como a internet mudou a etiqueta das conversações e relações.
Assista ao debate completo no final deste post, cortesia do Omedicast.
agenciafrog: “Se quiser ter um pico de acesso no blog é só ter um erro no título do post” critica Rodrigo Zannin #cpbr4
agenciafrog: “A personalidade do brasileiro faz ele reclamar de muita coisa no twitter, inclusive reclamar sobre o que twittaram”. -Zannin #cpbr4
Debate: RP x Publicidade: Mídias sociais, de quem é esse osso?
Quem deve gerenciar as ações em redes sociais de uma empresa? A assessoria de imprensa que cuida da publicação de conteúdo da marca para o mercado ou a agência de publicidade que cuida do branding e promoções da companhia?
Assista ao debate completo no final deste post, cortesia do Omedicast.
Veja os highlights do Twitter:
fabioalbukerk: #Cpbr4 Redes sociais é sobre pessoas, é sobre relacionamento, é sobre marketing, é sobre estratégia!
tcordeiro: #Cpbr4 Roberta:”acho q imprensa não vai acabar.Mas não podemos confundir público do jornalismo com público que consome pelas redes sociais”.
fabioalbukerk: #cpbr4 Redes sociais promoveram empoderamento dos consumidores, aproximaram RP do Marketing e impuseram necessidade de diálogo entre ambos.
rafaeldesouza: “as pessoas já falavam mal da sua empresa asredes sociais só te ajudaram a saber disso” social media #cpbr4
midia8: Qualquer idiota pode fazer qualquer coisa para que sua marca seja falada nas redes sociais, porém nem sempre de um modo positivo #cpbr4
tcordeiro: #Cpbr4@tuliomalaspina pergunta sobre a terceirização das redes sociais e como isso afeta a credibilidade do canal. Curti.
w3haus: Segundo Nino Carvalho da InPress, publicitários não estão preparados pra assumir o comando da estratégia de empresas em redes sociais #cpbr4
skrol: alguem fala pra essa mulher da espalhe q estudos e modelos de ROI e mensuração aplicados as redes sociais já existem #cpbr4
tcordeiro: #Cpbr4 Renato: “maior problema é explicar o ROI emredes sociais”.
FabioAlbukerk: Eu quero saber que é o cara NO MUNDO q sabe gerenciar redes sociais. Pq ele cara merece um NOBEL. #Cpbr4
juliadantas: o maior “osso” é a necessidade de aplicar o conceito de ROI às redes sociais. Elas devem ser medidas de outra forma#cpbr4
fabioalbukerk: Para mim, não interessa se o pato é macho… quero saber se sabe botar ovo! Ou seja, se sabe gerenciar redes sociais.#cpbr4
frrrnanda: acabei de ouvir no debate de PP e RP na #cpbr4 : é um equivoco ter tronco comum na faculdade de comunicação social…
frrrnanda: …e que não há professores capacitados para falar sobre mídias sociais, tanto pra publicidade qto pra jornalismo e RP #cpbr4concordo.
fabioalbukerk: Epowerment de consumidores no ciberespaço também empoderaram RP no contexto da gestão das conversações entre consumidores #Cpbr4
fabioalbukerk: É isso aí @ninocarvalho Educar o cliente para uma cultura de serviço. Não adianta fazer PP ou RP sem gerenciar marketing de serviço #Cpbr4
fabioalbukerk: RP x PP fazem trabalhos diferentes dentro e fora das mídias sociais. Trabalho se complementa a partir da estratégia#cpbr4
fabioalbukerk: Quem deve gerenciar as midias sociais? RP ou PP? Minha resposta: Marketing, utilizandoRP e PP estrategicamente integradas #Cpbr4
juliadantas: “Não tem uma dicotomia tão grande com publicidade.RP pode, no fim, resultar em venda” - Patrícia #cpbr4
belle_rp: Assessoria de imprensa é somente um dos nichos de RP. A profissão é muito mais que somente essa área. by @ninocarvalho#cpbr4
Foursquare, Facebook Places, Google Latitude, etc. aplicativos baseados na localização do usuário prometem ser a próxima grande onda da internet. Como empresas podem aproveitar isso em suas campanhas, quais os cuidados que os usuários devem ter?
Assista ao debate completo no final deste post, cortesia do Omedicast.
Veja as tuitadas do moderador, Luli Radfahrer, e os highlights do Twitter:
radfahrer: A educação em mídias sociais é parecida com a educação sexual: quanto mais critério, maior o prazer e menor o risco.
radfahrer: Fernanda: o Facebook reconfigura seu conceito de privacidade.
agenciafrog: Cada vez mais pessoas acessam a internet do celular. Não está na hora de pensar em geolocalização? Estamos no debate Geolocalização #cpbr4
juliadantas: “Se na era da internet o conteúdo é rei, na era dageolocalização contextualização é rei” - Breno - #cpbr4
kessianef: Teoria do big brother não é válida se várias pessoas mandam várias informações ao mesmo tempo #geolocalizaçao#CPBR4
antino: @radfahrer: mandou matar quem quer ficar discutindo mkt ou como ganhar dinheiro com geolocalização “Eu quero é q morra!” #cpbr4
Oficina: Social media marketing
Como divulgar sua marca nos espaços sociais sem ser intrusivo? Como encontrar os hubs sociais adequados para o seu público alvo? Quais os cuidados a serem tomados com a presença da sua empresa nos canais sociais?
Aprenda com o @interney :)
Leia aqui os principais tópicos da oficina. Você também pode assistir a palestra completa e acompanhar os slides no final deste post.
#Não é “modinha”: quando 55 milhões de pessoas usam as redes sociais, deixa de ser moda.
#Não é novidade: redes sociais são relacionamentos entre pessoas.
#Redes sociais na internet: relacionamentos com comunicação mediada pelo computador.
#Não use! se…
- Não tem habilidades sociais. Não gosta nem de falar ao telefone? Esqueça.
- Não tem senso de humor. Só há uma certeza nas redes sociais: alguém vai fazer uma piada. Não leve tudo a sério.
- Esquecer no dia seguinte. Não crie um perfil, poste duas mensagens e deixe largado.
- Não falar abertamente. As pessoas vão perguntar de tudo, saiba responder.
- Só quer vender. Converse com as pessoas e veja quais são as necessidades delas.
- Pensa que tudo é um jogo de rankings. Números puros não significam absolutamente nada.
- Levar para o lado pessoal. O cliente que reclama pode estar apontando uma falha que precisa ser corrigida, atenda-o.
- Acha que ferramenta é estratégia. Divulgação não é nada sem conteúdo, e conteúdo bom não é nada sem divulgação.
- Não tem cultura social. Se não sabe conversar, compartilhar conteúdo, aprenda primeiro.
- Não tem autorização de toda a empresa. Se a empresa não entende o propósito, não funciona.
#Redes Sociais: em toda reunião social existe uma etiqueta.
- Para ser aceito num grupo: escute a conversa de quem chegou antes (monitore), pense antes de falar (planeje) e se relacione (apresente seu ponto de vista).
#Diagnóstico: como sua empresa está posicionada nas redes sociais
- Definir palavras-chave que representam sua empresa.
- Busca de palavras-chave: quem está falando e o que estão falando?
#Planejamento:
- Criação de ambientes sociais: em que canais posso participar regularmente?
- Estratégia de diálogo: como eu posso participar das conversas existentes?
- Métricas: Quais são seus objetivos? Como medir cada um deles antes, durante e depois da campanha?
#Analytics:
- Número de visitas: foque no número de novos visitantes durante a campanha e quantos retornaram no mês seguinte. Isso é o resultado.
- Fontes de tráfego: configure suas URLs para identificar cada canal de divulgação e poder medir depois.
- Metas configuráveis: recurso gratuito do analytics que mede cada meta de visitação.
#Conversão – ROI:
- Não basta aparecer, tem que vender. Tenha certeza de que seu site funciona.
#Implantação
- Setup dos canais da campanha: personalizar e integrar.
- Treinamento: todos os colaboradores devem estar alinhados.
- Conteúdo de carga: todo canal deve nascer com conteúdo.
# Gestão
- Produção de conteúdo
- Seeding – mensagens adequadas para cada canal.
- Monitoria – não é relatório do mês, é na hora.
Debate: Usos corporativos das redes sociais
Social CRM, Community Manager, Recursos Humanos - funcionários e consumidores são observados de perto pelas corporações que seguem seus passos nas redes sociais.
Aqui você pode ler um pouco do que foi falado no debate. Assista ao vídeo completo no final deste post, cortesia do Omedicast.
Os participantes:
Thiane Loureiro, da Edelman, moderadora.
Eline Kullock, do Grupo Foco, empresa de recrutamento que seleciona candidatos pelas redes sociais.
Mauro Segura, da IBM Brasil. A empresa usa mídias sociais desde 2005 e os funcionários são livres para participar de redes sociais também.
Alexandre Crivellaro, do Ibope Media, onde se desenvolveu uma rede social para os funcionários.
Fábio Marão, da Azul Linhas Aéreas. A companhia aérea nasceu usando as redes sociais e continua atuando fortemente, tem uma rede social vertical de viagens. “Sem as redes sociais a gente não conseguiria chegar onde chegou”.
Esse cenário de abertura total nas redes ainda não é realidade na maioria das empresas. Vocês acham que isso está mudando?
Alexandre: A maioria das empresas conhece as mídias sociais pelo relacionamento, daí algumas criam um setor interno para analisar esses dados, mas a maioria não sabe muito bem o que fazer nessas redes. Fazemos um trabalho de conscientizar as empresas de qual é a dimensão das redes, e de focar naquelas que têm mais relevância. A maior dificuldade é que a capacidade que essas redes têm de aumentar um problema é muito grande.
Mauro: Uma pesquisa mostrou que 73% das ações de mídia social nas empresas parte do Marketing. Mas a grande característica do marketing é que é um departamento acostumado a falar. Como nas redes sociais o cliente também quer falar, o atendimento tem que entrar nisso também para ouvir. E de repente o RH começa a ver as redes sociais como uma oportunidade de comunicação com os funcionários e quer entrar também… É a via-crucis pela qual a maioria das empresas está passando atualmente. E talvez não precisasse passar por isso, se a estratégia fosse estruturada em todos os departamentos desde o começo, o planejamento é fundamental. O que as empresas têm que entender é que mídia social é relacionamento, é engajamento, é conversa, e que sobre isso elas não têm controle nenhum e precisam estar preparadas para errar e aprender com seus erros.
Eline: O excesso de organização atrapalha, as empresas querem ficar planejando, mas é tudo muito rápido, se esperar demais a rede não é mais relevante. Elas precisam começar a experimentar nas redes e ver o que funciona.
Sobre as reclamações nas mídias sociais
Fábio: Na Azul nós implementamos um “call center” para as mídias sociais, com toda a estrutura de um call center normal, mas focado no atendimento nas redes sociais. A gente procura resolver todas as reclamações ali mesmo, o que começa na rede social termina na rede social. E como essas mídias são liberadas na empresa, às vezes os outros funcionários ajudam a monitorar e avisar dos problemas que surgem em outros canais. Mas tem que colocar limites, pois algumas pessoas acham que quanto mais elas reclamarem, mais elas conseguem, e não é por aí.
Sobre as contratações pelas redes sociais, como fica a questão das fotos comprometedoras, as comunidades tipo “Odeio acordar cedo”, isso atrapalha?
Eline: No passado as empresas queriam funcionários que não tivessem tatuagem aparente, até que isso ficou inviável, porque todo mundo tinha tatuagem. Então se hoje ter uma foto sua bêbado em uma dessas redes é uma coisa ruim, a médio prazo isso pode não ser mais. Eu não acho que as pessoas terão que mudar suas “identidades digitais”, isso é um processo evolutivo e o cenário nas empresas tende a mudar. Todo mundo ainda está aprendendo como lidar com isso.
Fábio: Para mim isso é diferente, eu quero trabalhar com pessoas que sabem usar as redes sociais, que estão envolvidas, que escrevem bem e sabem se relacionar. Depois da contratação, a gente começa a orientar com relação ao compartilhamento de informações que não são tão legais assim, afinal agora a pessoa representa a empresa.
Métricas: #comofas
Fábio: Na Azul usamos ferramentas gratuitas, e monitoramos de onde vem cada visita ao site (se de Twitter, Facebook etc.). Pode não trazer muito dinheiro, mas a gente usa o conhecimento que ganhamos sobre os clientes para justificar essas ações.
Mauro: As redes sociais foram usadas para fazer com que os 400 mil funcionários espalhados pelo mundo pudessem compartilhar conhecimento. Foram disponibilizadas ferramentas para que todos os funcionários pudessem criar blogs, wikis, redes internas. Entramos nas redes sociais visando o desenvolvimento interno. Nossas métricas são diferentes, não são relacionadas a vendas.
Alexandre: A maioria dos clientes quer comparar a internet com as outras mídias, então é isso que procuramos fazer, apesar de todas as diferenças entre as mídias, na internet as métricas são muito diversas. Procuramos então criar uma linguagem mais integrada para que o cliente possa compreender os dados apresentados.
Mauro: A conversa das métricas na verdade começa no objetivo, o que a empresa quer com aquela ação. Dependendo do objetivo final, as métricas mudam muito. As empresas precisam experimentar, tentativa e erro mesmo, sem erros não há aprendizado. E, de novo, entender que não dá pra controlar nada, do mesmo jeito que não se controla a conversa dos funcionários no corredor.
Palestra: O Twitter e o poder do usuário
Uma notícia só é importante se for retuitada? Para muitos parece que sim. O microblog se consolidou como uma poderosa ferramenta para as mídias tradicionais. O usuário do twitter sabe o poder que conquistou? Como esta ferramenta está transformando o conceito de redes sociais.
Assista à palestra completa no final deste post, cortesia do Omedicast.
Veja os highlights do Twitter:
felipebarral: Bom dia galera! Meu último dia de #cpbr4, há pouco teve um debate “Twitter e o poder do usuário!” questionando o poder do aplicativo!
anaoldoni: Palestra Twitter e o poder do usuário, com Felipe Zmoginski e Virgílio Sousa, da Info: usuários de redes sociais pautam a imprensa. #CPBR4
Bette_Fernandes: O Twitter é um a ferramenta que dá poder ao usuário de até definir pautas jornalisticas.
MarketingPraMim: O usuário do twitter sabe o poder que conquistou? Como esta ferramenta está transformando o conceito de redes sociais.
Nerdcast ao vivo com Rapadura! 20/01
Lambda lambda lambda, nerds! No Nerdcast desta noite de sexta, Jovem Nerd e Azaghal trouxeram ao palco Jurandir Filho (Cinema com Rapadura) e Maurício Saldanha (Cabine Celular) para um papo sobre cinema com altas emoções!
Assista aqui o Nerdcast completo, cortesia do Omedicast.
A Blog Content é uma startup criada com o objetivo de desenvolver redes de blogs profissionais. A idéia da empresa é aproveitar as experiências acumuladas no InterNey Blogs e na Polvora! para criar projetos mais atraentes, tanto para o público quanto para os anunciantes.